Dove critica modo como imprensa trata as mulheres no esporte

Dove critica modo como imprensa trata as mulheres no esporte

Em nova campanha poderosa, conveniente e necessária em tempos de Jogos Olímpicos, a Dove resolveu combater o machismo no mundo do esporte (e no mundo jornalístico).

Campanha da Dove: contra a imprensa machista no mundo do esporte
Campanha da Dove: contra a imprensa machista no mundo do esporte

m vez de falar de chutes, dribles, saltos, arremessos, pontos, velocidade e recordes, eles falam de bundas, peitos, corpos sensuais e atraentes.

Em nova campanha poderosa, conveniente e necessária em tempos de Jogos Olímpicos, a Dove resolveu combater o machismo no mundo do esporte (e no mundo jornalístico).

A campanha “#MyBeautyMySay” diz o que deveria ser óbvio: pede aos meios de comunicação e ao público em geral para focarem nas habilidades esportivas das mulheres atletas, não em seus corpos.

No vídeo introdutório, as imagens de atletas são desfocadas (ou seja, vão para segundo plano) e dão lugar a comentários machistas reais, tirados da imprensa.

Os comentários são um tanto grosseiros e focam no corpo e na beleza, não na performance esportiva.

Tudo, menos esporte

Em um cálculo da Dove em 2016, os comentários sobre mulheres atletas giram em torno de muitas coisas, menos do esporte.

Segundo a marca, 13% dos comentários jornalísticos analisados falavam da roupa das mulheres; 33% falavam de seus corpos; 41% falavam de sua beleza; 5% falavam da idade delas; e 8% falavam de seus cabelos.

No hotsite da campanha, a Dove mostra o impacto dos veículos sexistas. A marca calcula que, desde janeiro deste ano, o público foi exposto a 25,3 milhões de mensagens do tipo.

Há uma ferramenta interessante no site: após mostrar a frase sexista e o veículo responsável por ela, há a opção de enviar uma mensagem direta a ele.

A partir de amanhã (27), um outdoor da Dove na Times Square, em Nova York, vai transmitir comentários sexistas reais da mídia sobre atletas mulheres.

Assista:

Brasil

Por aqui, o UOL Esporte lançou, recentemente, a campanha “Quero Treinar em Paz”, onde entrevistou 21 mulheres (atletas, ex-atletas, técnicas) para falar sobre os machismos do mundo esportivo.

O projeto, em parceria com as ONGs Think Olga e AzMina, conta com cinco vídeos e diversas resportagens, a serem publicados em série até o dia 29, às vésperas dos Jogos Olímpicos.

Para o UOL, o AzMina criou o “Manual didático de como não ser um machista em contextos esportivos”, com dicas para homens de como agir de maneira correta e não machista.

O site também está divulgando a hashtag #QueroTreinarEmPaz, para colher e encorajar depoimentos de mulheres sobre o machismo no meio esportivo.

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Fonte: Exame

Além das fronteiras

Além das fronteiras

Refugiados são pessoas arrancadas de suas casas e de seus familiares. Mas existe um outro lado. A Anistia Internacional criou uma campanha que mostra os refugiados como pessoas com sonhos, objetivos e histórias.

“Quatro minutos de contato visual ininterrupto aproximam as pessoas mais do que qualquer outra coisa”. Foi a partir desta hipótese do psicólogo Arthur Aron, da Universidade de Nova York, que a Anistia Internacional Polônia criou a sua mais nova campanha contra a xenofobia. Apenas em 2016, mais de 146.000 refugiados e migrantes chegaram à Europa, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM). Desde o inicio de 2015, já são mais de um milhão.

Para mostrar que as fronteiras existem entre países e não entre as pessoas, a campanha Look Beyond Borders (Olhe além das fronteiras, em português) traz o encontro entre refugiados de diferentes idades e origens. E mostra que todo mundo tem uma história para contar e merece ser ouvida. Sentados frente a frente, desconhecidos conversam e reagem de uma forma espontânea diante de relatos de sofrimento, de luta, mas também de superação. A identificação entre eles é visível quando vemos um senhor elogiar o bigode do outro; uma jovem perguntar se o homem chegou sozinho ou com sua família e; duas meninas, que em um primeiro momento não conseguem nem se encarar de tanta vergonha, mas que acabam o dia brincando juntas.

A ideia do projeto é mostrar que os refugiados são muito mais do que os números que destacamos no início deste texto. São pessoas que foram arrancadas de suas casas e de seus familiares pela guerra ou pela miséria. “Quando se trata de refugiados, é usada uma linguagem desumanizada. Isso reduz essa tragédia histórica a números. Mas este é o sofrimento de pessoas reais que, como nós, têm famílias, amigos, suas próprias histórias, sonhos e objetivos ” diz Draginja Nadażdin Verne, diretora da Anistia Internacional na Polônia.

Look Beyond Borders foi lançado nas redes sociais da Anistia Internacional Polônia no dia 17 de maio e viralizou rapidamente. Dias depois de ir ao ar, outras delegações da ONG em todo o mundo aderiram à iniciativa e traduziram o vídeo para o seus respectivos idiomas.

fonte: Comunica que muda

Campanha do agasalho usa curta de animação para incentivar doações

Campanha do agasalho usa curta de animação para incentivar doações

Um jeito doce de falar sobre um assunto urgente: a necessidade de doarmos agasalhos para aqueles que sentem frio.

A já tradicional Campanha do Agasalho do Governo do Estado de SP ganha esse ano uma novidade: o curta-metragem de animação “Malu Moletom – uma história para aquecer a todos”, que conta a história de uma menininha linda que muda a vida de uma cidade inteira.

O curta tem seis minutos e foi produzido pela Vetor Zero em parceria com a Lew’Lara\TBWA, que assina a campanha . A personagem principal é a Malu Moletom, uma menininha que vive em uma cidadeonde todos usam ao mesmo tempo todas as roupas que têm.

Esta cidade sofre terremotos diariamente quando o sol se põe e ninguém sabe, e nem se importa, por qual razão isso acontece. Até que sem querer, Malu descobre que os tremores são causados por um Gigante que sente muito frio e tem arrepios dentro da caverna onde vive.

A menina toma a iniciativa de tirar algumas peças do corpo e cobrir o Gigante. Sua ação acaba fazendo com que as demais pessoas façam o mesmo. Com o problema resolvido, o Gigante passa a ser mais um membro da sociedade. A Animal Estúdios assina a trilha sonora, com destaque para a canção “Calor para dar”, interpretada pelas vozes da cantora Sandy e do ator Rodrigo Lombardi.

Segundo Felipe Luchi, CCO da Lew’Lara\TBWA – agência que assina a campanha: “Malu Moleton é uma fábula. Um jeito doce de falar sobre um assunto urgente: a necessidade de doarmos agasalhos para aqueles que sentem frio. Raramente temos a chance de fazer uma campanha tão bonita e delicada, tenho certeza que será muito comovente. Seja pela mensagem que deixa ou pela qualidade da produção, que ficou de tirar o fôlego”.

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Ah, e para quem quer ver o Making Of da belíssima campanha:

Fonte: Comunicadores

Campanha da prefeitura de SP e do UNICEF incentiva adolescentes e jovens a fazer teste do HIV

Campanha da prefeitura de SP e do UNICEF incentiva adolescentes e jovens a fazer teste do HIV

A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, com apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e parceria técnica da ONG Viração, lançou esse mês uma campanha de incentivo à realização de testes de HIV, voltada a adolescentes e jovens.

Campanha “Viva Melhor Sabendo Jovem” visa a ampliar o acesso de adolescentes e jovens de 15 a 24 anos à testagem do HIV. Foto: Marcelo Camargo/ABr
Campanha “Viva Melhor Sabendo Jovem” visa a ampliar o acesso de adolescentes e jovens de 15 a 24 anos à testagem do HIV. Foto: Marcelo Camargo/ABr

A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, com apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e parceria técnica da ONG Viração, lançou no início do mês uma campanha de incentivo à realização de testes de HIV, voltada a adolescentes e jovens. O vídeo será disseminado pelas redes sociais e pode ser acessado aqui:http://bit.ly/Video_VMSJ .

A iniciativa faz parte do “Viva Melhor Sabendo Jovem”, uma estratégia que visa a ampliar o acesso de adolescentes e jovens de 15 a 24 anos à testagem do HIV, bem como ao tratamento continuado no caso de o resultado do exame ser positivo.

O vídeo conta com a participação de 16 jovens, entre eles, a rapper Tássia Reis, a vlogueira de moda Nataly Neri, a jornalista Mary Zendron, o performer Ezio Rosa, a cineasta Elaine Souza e vários ativistas do movimento de luta contra a aids.

A direção é da cineasta Renata Martins, criadora da websérie “Empoderadas” e roteirista da série “Pedro & Bianca”, premiada com o Emmy Internacional Kids Awards 2013, na categoria Melhor Série Infantojuvenil, e do Prix Jeunesse Internacional em 2014 na categoria Ficção para o público de 12 a 15 anos.

Com pouco mais de um minuto, o filme traz uma mensagem direta e leve sobre a importância da realização do teste do HIV, como gesto de amor e cuidado e forma de prevenção.

“O acesso à testagem é uma importante estratégia de prevenção ao HIV. A disseminação de mensagens de incentivo ao teste sem tabus e de jovem para jovem é uma ferramenta poderosa para que todos o façam”, afirma Silvio Kaloustian, coordenador do escritório do UNICEF para São Paulo e Minas Gerais.

Além do vídeo, a campanha conta com outras peças, como ensaios fotográficos de incentivo ao teste e uso do preservativo.

Situação da epidemia

Segundo dados do Boletim Epidemiológico de 2015 do Ministério da Saúde, nos últimos dez anos, o número de adolescentes e jovens de 15 a 24 anos com HIV aumentou em 41% no Brasil.

Em São Paulo, de acordo com dados da Secretaria Municipal Saúde, nesse período, o município conseguiu reduzir a porcentagem de casos de HIV sem aids em homens que fazem sexo com homens em populações entre 30 a 60 anos ou mais. Entretanto, essa porcentagem aumentou nas faixas etárias de 13 a 29 anos.

De acordo com um levantamento de 2015 realizado pela Prefeitura, 59% do público entre 15 e 24 anos teve acesso ao preservativo no último ano. A pesquisa relevou ainda que somente 20% desse grupo já fez o teste para aids alguma vez na vida e que apenas 45% dos que responderam têm conhecimento sobre a existência de serviços que oferecem o teste gratuitamente.

Sobre o Viva Melhor Sabendo Jovem

O Viva Melhor Sabendo Jovem é uma estratégia em saúde, que tem como objetivo ampliar o acesso de adolescentes e jovens entre 15 e 24 anos ao teste do HIV, à retenção ao tratamento dos jovens positivos e do acesso às informações sobre prevenção.

Realizado pelo Programa Municipal de DST e Aids da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, com apoio do UNICEF e parceria técnica da ONG Viração, o projeto conta com uma unidade móvel, disponibilizada pela Prefeitura, onde jovens capacitados pela Secretaria Municipal de Saúde oferecem testes rápidos e gratuitos do HIV, além de informações e orientações sobre prevenção e o tratamento das DST/aids.

A unidade funciona de forma itinerante, no centro e em alguns bairros da cidade, com acolhimento e encaminhamento para serviços de saúde. Além das intervenções de rua, o “Viva Melhor Sabendo Jovem” utiliza técnicas e produtos de comunicação para difundir mensagens entre pares sobre prevenção, teste e tratamento do HIV.

Fonte: ONUBR

Agora você sabe

Agora você sabe

Chocolate, jóias, roupas, café são alguns dos produtos bem comuns que podem ser fruto de trabalho escravo. Esta campanha alerta para a cadeia de consumo que alimenta a escravidão moderna.

Agora você sabe  (Now you know) é uma campanha que aborda três formas de tráfico de seres humanos: exploração sexual, servidão doméstica e trabalho forçado na produção de ítens de uso diário, como o café, uma jóia ou um chocolate. Estima-se que cerca de 27 milhões de pessoas no mundo estejam vivendo como escravos. 

O vídeo de 2 minutos foi produzido por estudantes de cinema da Hothouse Productions, da Boston University College of Communication. Criada para oThe NO Project, uma iniciativa de sensibilização da opinião pública contra a escravidão e o tráfico de seres humanos. O financiamento para a produção de Now You Know foi do Postbank Bulgária. A trilha sonora inclui música original composta pela Wyeth Bednar.

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The NO Project  reúne jovens artistas das mais diversas áreas em ações criativas para sensibilizar as pessoas pelo fim da escravidão moderna. Confira abaixo algumas criações e veja mais no site.

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Legislação mais dura nos EUA

Em fevereiro deste ano, o presidente Barack Obama sancionou uma lei proibindo que produtos feitos a partir de trabalho escravo entrem no país. Estão proibidos 136 produtos de 74 países deixarão de ser importados, incluindo  peças de vestuário produzidos na Argentina usando trabalho infantil; algodão e ouro de Burkina Faso; eletrônicos, brinquedos e tijolos da China; café da Costa do Marfim e têxteis da Etiópia, de acordo com as recomendações que o Departamento de Estado traçadas nalista de bens produzidos por trabalho infantil ou forçado.

DHAKA, BANGLADESH - FEBRUARY 09 : Child labors collect coal from dust near brick making field in Dhaka, Bangladesh on February 09, 2016. Despite of the hazardous effect of dust on health, child labor collect coal and sell it around $4 per a week to help their family budget. Child labor in Bangladesh is around 30.1%. Bangladesh adopted the National Child Labor Elimination Policy at 2010, providing a framework to eradicate all forms of child labor by 2015, but according to the International Labor Organization there are still around 3.2 million child labors in Bangladesh. (Photo by Zakir Hossain Chowdhury/Anadolu Agency/Getty Images)
AGÊNCIA ANADOLU VIA GETTY IMAGES. Cerca de 30 por cento das crianças em Bangladesh são trabalhadores, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho.

Fonte: Comunica que muda

A mesada

A mesada

Ainda não entendeu bem essa história de igualdade de gênero? Quem sabe as crianças desta campanha australiana podem te ajudar.

As meninas  ficaram chocadas ao descobrir que ganhariam menos mesada que os irmãos como recompensa pela mesma tarefa doméstica. Só porque são meninas. Até eles ficaram incomodados. Realizado como um experimento social, o filme Pocket Money foi criado para o Dia Internacional da Mulher e faz parte da campanha#EqualFuture, iniciativa de responsabilidade social do banco ANZ (Austrália) que cobra equidade financeira entre homens e mulheres. De acordo com o ANZ Women’s Report, mulheres australianas ganham cerca de 800 dólares a menos por mês e são penalizadas com reduções salariais (em média 7%) ao tirarem licença-maternidade.

O próximo filme da campanha, de 2015, foi dirigido pela premiada cineasta Jane Campion, vencedora de dois Oscar e duas Palmas de Ouro em Cannes. Apesar da neurociência mostrar que o desenvolvimento do cérebo feminino é mais rápido, a vantagem desaparece com as inúmeras barreiras sociais enfrentadas por elas no mercado de trabalho.

Alguns números

Segundo o Global Wage Report 2014/2015, as mulheres recebem até 36% menos do que os homens, mesmo representando mais de 40% da força de trabalho do mundo. O relatório World Development 2012 aponta que elas controlam apenas um quarto da riqueza do mundo. No Brasil, segundo o IBGE, as mulheres recebem em média 29% a menos que os homens.

Fonte: Comunica que muda 

Boas práticas: ouvir o povo nos postos de atendimento

Boas práticas: ouvir o povo nos postos de atendimento

O cidadão poderá dar sua opinião diretamente nos postos de saúde e unidades hospitalares de Fortaleza. Uma caixa coletora vai ser instalada em todo o sistema de saúde.

A caixa coletora funciona como instrumento de avaliação da unidade por meio do qual o cidadão pode manifestar sua opinião, fazer sugestões, elogios ou críticas. As demandas recebidas passam por quatro etapas: análise, encaminhamento, acompanhamento e resposta ao cidadão. Serão instaladas 122 caixas coletoras. Para ampliar a qualidade do programa, a Ouvidoria vem desenvolvendo atividades de sensibilização com os gestores das unidades, objetivando expor a importância do novo canal de comunicação.

Criado pela Secretaria Municipal da Saúde de Fortaleza o programa desenvolvido pela Ouvidoria “Caixa Coletora” é mais um canal entre o cidadão e a gestão. A iniciativa teve início no Hospital Distrital Gonzaga Mota – José Walter (Gonzaguinha). A caixa coletora vai ser instalada nas demais unidades hospitalares e, depois, levada também aos postos de saúde.

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foto: Secretaria da Saúde de Fortaleza.

Para a ouvidora em Saúde da SMS, Dayse Fuques, o programa tem o objetivo de coletar a opinião do cidadão sobre o serviço recebido. “Com as caixas coletoras, teremos a oportunidade de conhecer as impressões dos usuários quanto ao serviço oferecido e buscar melhorar e atender os anseios da população”, destacou.

A Ouvidoria desenvolve programas como “Saúde atende você”, “Net saúde”, “Birô da cidadania”, “Ouvidores integrados” e “Ouvidoria proativa”, que geraram, em 2015, 19.415 demandas, resultando um índice de 74% de satisfação do cidadão. Desde a reestruturação da Ouvidoria em 2013, por meio de seus programas foram abertas 45.862 demandas, tendo uma resolutividade de satisfação de aproximadamente 80%. A população também pode falar com o órgão pelo telefone 0800 275 1364.

A instalação das caixas coletoras seguirá no Hospital Distrital Maria José Barros de Oliveira, (Frotinha Parangaba), Hospital Dra. Zilda Arns (Hospital da Mulher), Centro de Assistência a Criança Lúcia de Fátima (02/03) e Hospital Nossa Senhora da Conceição (16/03).

Fonte: Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal da Saúde de Fortaleza – 26/02/2016 – http://www.fortaleza.ce.gov.br/sms/noticias/saude/secretaria-municipal-da-saude-abre-mais-um-canal-de-comunicacao-com-comunidade

Carta para Jack

Carta para Jack

Um verdadeiro soco no estômago. Essa é a sensação após assistir o novo comercial da ONG Bandeiras Brancas, que mostra o todo o drama do vício em bebidas alcoólicas.

O alcoolismo afeta a vida de mais de 80 mil pessoas por ano em todo o continente americano. No Dia Nacional contra o Alcoolismo (18 de fevereiro) o comercial “Carta para Jack” mostra os efeitos do alcoolismo na vida de uma criança e de todos que estão ao seu redor. O filme reproduz o conteúdo da inocente carta que uma menina de 8 anos escreve para Jack, um suposto amigo de seu pai – e uma clara menção à uma famosa marca de Whisky. Na carta, a criança chamada Laura descreve para Jack com detalhes todos os seus traumas com a mudança gradual de comportamento que seu pai sofreu depois de conhecê-lo.

Após afirmar a raiva que sente, Laura explica as dificuldades enfrentadas pela família com a presença de Jack na vida de seu pai. Como a perda do emprego, a falência, a violência doméstica e o abandono. “Quando caí de bicicleta eu queria o colo do papai. Mas ele estava com você. O que vocês tanto fazem juntos?“, questiona inocentemente. Fechando a carta, um pedido final. Laura implora para que Jack suma da vida dela e de sua família e os deixe em paz. Após a leitura da carta, o comercial surpreende com uma revelação pertubadora.

“A ideia é que o vídeo alcance o seu público alvo e alerte os seus familiares o quanto precisam de ajuda“, afirma Brunno Barbosa, idealizador da ONG. Barbosa explica que a opção de produzir o filme com narração em inglês com versões legendadas se deve ao objetivo de levar a mensagem para além das fronteiras do Brasil, 5º país em morte por alcoolismo na América, segundo a Organização Mundial da Saúde.

Semana Nacional Contra o Alcoolismo

Em 2012, o Ministério da Saúde instituiu a ‘Semana Nacional Contra o Alcoolismo’, comemorado todos os anos na terceira semana de fevereiro, para mobilizar a população na luta contra essa doença que, segundo a OMS, supera a média nacional. Oleg Chestnov, especialista da OMS em doenças crônicas e saúde mental, ressalta que o alcoolismo mata mais homens do que mulheres, eleva o risco de desenvolver mais de 200 doenças e ocasionou a morte de 3,3 milhões de pessoas em 2012. “Não há espaço para complacência. É preciso fazer mais para proteger a população das consequências negativas à saúde do consumo de álcool, uma das grandes causas evitáveis de morte“, diz.

Fonte:Blog de Comunicação de Interesse Público da Nova/SB Comunicação. Saiba mais em: http://www.comunicaquemuda.com.br/querido-jack/

 

Conar abre processo contra a Samarco

Conar abre processo contra a Samarco

Em outra frente, Ministério Público Federal questiona gastos da empresa com publicidade. Conar recebeu mais de 50 reclamações sobre o comercial lançado esta semana na TV.

Menos de uma semana depois da Samarco ter colocado na mídia uma grande campanha institucional na qual seus funcionários narram as atitudes e feitos da companhia para tentar minimizar os estragos gerados pelo rompimento das barragens, em novembro passado, os espectadores já fizeram uma mobilização para que a ação publicitária virasse alvo do Conar.

Na tarde desta quinta-feira, 18, o Conselho de Autorregulamentação Publicitária abriu processo contra a Samarco e sua agência de publicidade – a Tom Comunicação – pela campanha exibida na televisão. Mais de 50 reclamações foram recebidas, com questionamentos acerca da veracidade das informações exibidas na propaganda.
Diante do volume e do teor dos questionamentos, o Conar recolheu as denúncias e abriu o processo contra a campanha da Samarco. O anunciante e sua agencia ainda não foram oficialmente notificados.

O processo segue para as mãos do relator – cujo nome ainda não foi definido – e deverá ser julgado na próxima reunião da Comissão de Ética do Conar, marcada para março.

Ainda há a possibilidade de o Conar pedir a suspensão imediata da campanha. Para isso acontecer, o relator do processo precisa avaliar o caso e julgar que a continuidade da exibição do comercial traria algum tipo de prejuízo aos espectadores ou a alguma parte envolvida no caso.

O processo contempla apenas o comercial de TV. O Conar não recebeu reclamações acerca das demais veiculadas nos demais canais – como o site “É sempre bom olhar para todos os lados”.

Nesta sexta-feira, 19, o Ministério Público Federal em Minas Gerais enviou um ofício à Samarco questionado alguns dados da campanha. De acordo com o G1, o documento pede informações acerca dos valores investidos na ação de publicidade e a cópia do contrato com a agência. Assista ao comercial:

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/2016/02/19/Conar-abre-processo-contra-a-Samarco.html por Barbara Sacchitiello.

Toda forma de amor

Toda forma de amor

Pensar no amor de formas diferentes e incentivar a tolerância. Esta é a proposta da campanha da marca de biscoitos Honey Maid.

A marca de biscoitos Honey Maid vem adotando a tolerância à diversidade como um tema relevante nas suas campanhas de publicidade desde que estreou, em 2014, a polêmica série de comerciais This is Wholesome, que mostravam histórias de diferentes tipos de pais, incluindo gays.

Agora, para o Valentine’s Day – comemorando em 14 de fevereiro – a marca está de volta com mais uma celebração das famílias modernas. Diferente do que é normalmente comunicado pelas marcas para a data, o spot Love Day , criado pela agência Droga5, foge do foco apenas em casais e, em vez disso, pede que os espectadores “pensem no amor de formas diferentes”.

O que se segue é uma série de momentos espontâneos de tolerância e aceitação entre familiares. Entre estes registros estão a de um filho que é envolvido em um abraço da mãe ao revelar ser homossexual; um par de irmãos não-biológicos afirmando o amor de um pelo outro; um homem adotado agradecendo aos pais biológicos por tê-lo dado para a adoção e pedindo para conhecê-los; e uma avó dizendo à neta gay, “nada me impediria de amar você, minha querida“. “Nesse Valentine’s Day, vamos pensar nas diferentes formas de amor”, finaliza o vídeo.

“Dia dos Namorados é o dia mais importante do ano para o amor“, afirma um representante de relações públicas da campanha ao site Adweek. “Apesar de muitas vezes as pessoas ligarem a data apenas ao amor romântico a Honey Maid quer olhar para outros tipos de amor. O tipo de amor que vem quando você aceita as diferenças de um membro da família – ou aceita a si mesmo“.

A tolerância tem sido um tema bastante abordado pela Honey Maid desde a campanha “This is Wholesome”, em 2014, como uma maneira de conectar a marca de biscoito com as famílias contemporâneas, após uma revisão da marca. Ao perceber que a “típica” família americana está mudando, a marca decidiu mudar junto. “Queríamos mostrar que o que parece saudável pode ter mudado, mas a sua essência é a mesma. É um bom paralelo entre as alterações de produtos e mudanças na cultura americana”, explica ao Adweek o gerente de portfólio da marca, Gary Osifchin, em entrevista ao Adweek.

Transformando o ódio em amor

Depois de lançar, em março de 2014, uma campanha que abordava famílias de diferentes etnias e opções sexuais, a marca foi alvo de duras críticas, como a da ONG conservadora One Million Moms, que classificou o comercial como “uma tentativa para normalizar o pecado”. Como forma de resposta, a Honey Maid criou o comercial “Love”. Com a ajuda de artistas plásticos, a marca conseguiu transformar as críticas e os preconceitos em algo muito mais bonito.

Veja o comercial polêmico abaixo:

Fonte:Blog de Comunicação de Interesse Público da Nova/SB Comunicação. Saiba mais em:
http://www.comunicaquemuda.com.br/toda-forma-de-amor/

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