Os riscos de ser jornalista

O acontecimento deste vídeo pode até ser fictício, mas o cenário não é. Foi feito pela ONG Repórteres Sem Fronteiras em parceria com o canal  Euronews (União Européia) para promover a campanha #freeallreporters. Como se fosse uma transmissão normal, Lise Pedersen, famosa jornalista e apresentadora da Euro News, some de repente durante a cobertura ao vivo de uma manifestação contra um escândalo de corrupção (também fictício) envolvendo políticos franceses. Lise, aparentemente, foi sequestrada pelos manifestantes e insurgentes que invadiram o estúdio.

Após alguns segundos de suspense com o cenário vazio e silencioso, aparece Rubina Moehring, membro do conselho da organização Repórteres Sem Fronteiras.  Ela explica que, embora ignorada pela maior parte do público, esta situação é cada vez mais frequente em todo o mundo, o que coloca o jornalismo entre as profissões mais perigosas do mundo.

Rubina lembra que todos os dias jornalistas estão sendo perseguidos enquanto fazem seu trabalho. Além de perseguidos, são espionados, detidos, presos e até assassinados. Apenas em 2015, mais de 60 jornalistas foram mortos enquanto exerciam sua profissão. Aproximadamente  150 estão presos.“A liberdade de imprensa é um direito fundamental da nossa sociedade e precisa ser defendida. É por isso que a Euronews é fundamental na parceria para essa campanha”, declarou Cosimo Moeller, managing diretor da Serviceplan, responsável pela supervisão criativa do projeto.

Fonte: Comunica que muda

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